Hasta luego


Oi gente... Eu sei que to sumida pra caramba, mas é por falta de tempo mesmo. Talvez passe décadas sem vir aqui, talvez não. Minha vida tá muito atribulada, cheia de compromissos e tal. Então, não tenho dia nem hora pra voltar a “blogar”. Uma pena, eu sei. (até porque tenho um monte de coisa pra contar, mas por falta de tempo pra escrever, prefiro nem começar). De início, digo-lhes que agora tenho um emprego (bom!), levei pau de novo no vestibular (péssimo e já chorei todas as pitangas), conheci muita gente nova e diferente (bom!), to tentando me adaptar ao Regime Geral da Previdência Social, mais conhecido e detestado “INSS” (péssimo, mas é com isso que trabalho agora. Logo, logo estarei adorando). Bem resumidamente, é isso que tá acontecendo, os detalhes eu conto depois. Se contar. Sentirei saudades, mas sempre estarei por aí visitando os blogs de vocês. Beijos e até logo!


foto - google

Alone


Eu nunca senti nem o calafrio dos sintomas dessa doença mortal, mas de um tempo pra cá, eu ando com uma ciumeira desgraçada. De tudo e todos. Não, de tudo não. Mas de todos... ^^ Rebolei, rebolei e atinei: “isso não é ciúme, é carência”. Nunca me senti tão sozinha. Querer as pessoas só pra si é uma maneira, frustrada, de tê-las sempre por perto. Nem todo mundo vai estar aqui quando eu precisar, mas não estar nunca, é desesperador. Eu nunca fui uma daquelas que tem medo da solidão, sempre a encarei como algo normal e, até, necessária. Então, porque essa vontade arrebatadora de querer alguém perto, de sentir calor humano? Eu tava bem sozinha, sem amigos, sem namorado, sem ninguém. Eu e eu mesma. Não sentia muita falta da proximidade alheia, mas descobri que isso faz mal. Ver as pessoas felizes e satisfeitas com suas vidas e com quem faz parte delas, e perceber que a sua é bem vazia, é triste. Agora, me vejo meio que perdida, sem rumo. Nada dos dois lados, ou melhor, ninguém. O pior é reconhecer que a culpada disso tudo sou eu mesma. Culpada por me afastar das pessoas, culpada por não saber conduzir a minha vida, culpada por ser um lixo. Não quero ser injusta e dizer que não há ninguém que me faça bem, claro que sim. Acho que são os que ainda me mantém de pé. Eu os adoro e espero que eles saibam o quanto são importantes pra mim. No mais, estou quase me atirando num abismo. Impeça-me e senta aqui do meu lado...

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